Descoberta a grande mentira da falta de dinheiro na Previdência

Não existe déficit na Previdência Social (INSS). A afirmativa é da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (ANFIP), que anualmente divulga os dados em todo o País.

Pelo contrário, os superávit nas contas da Previdência, nos últimos anos, foram sucessivos. O saldo Positivo medido pela ANFIP, foi de R$ 59,9 bilhões em 2006;
R$ 72,6 bilhões, em 2007;
R$ 64,3 bilhões, em 2008;
R$ 32,7 bilhões, em 2009;
R$ 53,8 bilhões, em 2010;
R$ 75,7 bilhões, em 2011;
R$ 82,7 bilhões, em 2012;
R$ 76,2 bilhões, em 2013;
R$ 53,9 bilhões, em 2014.

No ano passado, segundo a Anfip, o investimento nos programas da Seguridade Social, que incluem as aposentadorias urbanas e rurais, benefícios sociais e despesas do Ministério da Saúde, entre outros, foi de R$ 631,1 bilhões, enquanto as receitas da Seguridade foram de R$ 707,1 bilhões. Ou seja, mais uma vez o resultado foi positivo e sobrou dinheiro (R$ 24 bilhões).

Enquanto isso, o aposentado tem que contar moedas.
Enquanto isso, o aposentado tem que contar moedas.

“É uma falácia dizer que existe déficit. Em dez anos, entre 2005 e 2015, houve uma sobra de R$ 658 bilhões. Este dinheiro foi usado em outras áreas e também para pagar juros da dívida pública, cerca de 42% do total, mas isto o governo não diz”, afirma o advogado Guillerme Portanova, diretor jurídico da Cobap (Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas do Brasil).

Os auditores e aposentados alertam que o governo ignora a Constituição Federal e deixa de lado a arrecadação da Seguridade Social, que inclui as áreas de Saúde, Assistência e Previdência.

Déficit do INSS é fictício e fruto de manipulação de dados, diz confederação dos aposentados.

R7

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