PED/2017 não pode ter a imprensa como “ringue” das disputas internas

Todo início do PED, sempre presenciamos discussões acaloradas, debates inflamados, notícias desfavoráveis ou favoráveis, hora para um, hora para outro, mas sempre se chega ao entendimento por via negocial.

Isso quando a discussão é feita internamente, entre os membros do partido e dos pretendentes aos cargos disputados dentro do PED.

Nesse PED/2017 já iniciamos, no entanto, com vazamentos desnecessários de assuntos internos do Partido, para a mídia em geral. Candidato, querendo capitanear votos da militância com proposta unilateral, divergente, falando em resgate, de recomposição de grupos, para construir outra frente política. O intuito era o de dizer que iria dar novos rumos ao partido no Amazonas.

O PT esta cometendo erros de eleições passadas.

O PT esta cometendo erros de eleições passadas.

Ledo engano. O PED 2017 será talvez um dos mais importantes em toda a nossa trajetória. Um momento em que a unidade partidária deve ser construída em torno das idéias e do agrupamento da militância em torno de ações coordenadas. Quem pensa diferente, corre o risco de açodar ainda mais as propostas de soerguimento do Partido no contexto social e político.

Nesse sentido, a presidência do Diretório Regional vem controlando os impulsos de alguns poucos e, com serenidade, chamou todos os concorrentes para uma “busca pela unidade”, para a busca de soluções em conjunto, sem externar para a mídia coisas que só interessa aos candidatos e à militância do Partido.

Para o presidente Estadual, Valdemir Santana, é hora de REINVENTAR. Reinventar a forma de se fazer a nova política do Partido dos Trabalhadores, a comunicação e diálogo com a população, na elaboração de políticas públicas, na aproximação das idéias, na democracia e debate interno, na unidade popular, na esquerda, na frente progressista, nos mandatos parlamentares, nos cargos públicos, nos executivos, na direção, na presidência, nas formas de organização, na formação, levando em conta que o PT, talvez seja o partido que melhor represente o Brasil por toda sua pluralidade e diversidade.

É preciso pensar em parlamento, executivo, não perder o bonde da história, apaziguar os ânimos e buscar a unidade como única maneira de chegar grande em 2018. O PT do Amazonas não pode cometer os mesmos erros de outros PEDs, outras eleição, quando transformou a imprensa local em ringue de disputas internas.

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