Problemas na Visteon faz trabalhadores e sindicalistas fecharem fábrica

Trabalhadores da Visteon Amazonas pararam as linhas de produção da empresa, nas primeiras horas da sexta feira (17), para reivindicar o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), o auxílio creche, o pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e outros benefícios devidos à categoria.

Para os diretores do Sindicato dos Metalúrgicos, Afrânio Barão, Sidney Malaquias, Cátia Cheve e os diretores de base, a Visteon tem descumprido todos os acordos firmados nas negociações entre os trabalhadores e a direção da empresa feitos pelo Sindicato dos Metalúrgicos.

Mesmo debaixo de chuva, os trabalhadores atenderam ao chamado da diretoria do Sindicato.
Os trabalhadores atenderam ao chamado da diretoria do Sindicato mesmo debaixo de chuva.

Ao serem convocados pelos diretores, os trabalhadores aderiram em 100%, a paralisação de advertência, nessa sexta feira (17), mesmo debaixo de chuva. “Se a empresa não der uma resposta e não sentar para negociar, da próxima vez não vai ser paralisação de advertência, nós vamos parar por um período mais longo até eles corrigirem os problemas existentes na fábrica”, alertou Afrânio Barão.

Portões da Visteon Amazonas fechados nas primeiras horas da manhã.
Portões da Visteon Amazonas fechados nas primeiras horas da manhã de sexta feira (17).

O novo grupo de mobilização do Sindicato, proposto pelo presidente dos Metalúrgicos, Valdemir Santana e que tem à frete o novo Secretário Geral, Afrânio Barão, com a poio de outros diretores da executiva e de base, irão apurar todas as denúncias de assédio moral, desvio de função feitas por trabalhadores nas fábricas do Distrito Industrial e resolver a questão.

O Secretário Geral, Afrânio Barão, à frente da paralisação, que contou com os diretores de chão de fábrica.
O Secretário Geral, Afrânio Barão, à frente da paralisação, que contou com os diretores de chão de fábrica.

Para a Coordenadora da Campanha sobre a Reforma da Previdência, Cátia Cheve, os trabalhadores estão se conscientizando e aderindo ao chamado do Sindicato. “Os tempos mudaram e nós estamos chamando os trabalhadores a aderir a nossa luta”, destacou.

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